quarta-feira, 6 de junho de 2012

Olhares - Fotografia no JI


Olhar e ver 


Encontrar pormenores 


Descobrir diferentes orientações espaciais

Descobrir diferentes ângulos 

Registar


A máquina fotográfica, usada como instrumento de registo, pode ser utilizada pelas crianças no jardim de infância, promovendo a expressão individual ,  o desenvolvimento de competências no âmbito da orientação espacial, o sentido crítico e o sentido estético.  As crianças gostam de ver as fotografias que foram capazes de captar, falar sobre o que viram/olharam e partilhar com os outros o que registaram.


Nota: As fotografias da direita pertencem ao Bernardo, 5a3m.



segunda-feira, 4 de junho de 2012

Meninos de Todas as Cores


O conto pertence à escritora Luísa Ducla Soares e as ilustrações são das crianças do Jardim de Infância. Uma forma diferente de cativar as crianças para a leitura...




Meninos de todas as cores



domingo, 3 de junho de 2012

Ficha - Identificar palavras



Partilha de uma ficha de trabalho que poderá ser usada pelas crianças com o objetivo de identificar palavras ,  que fazem parte do álbum /  história " A Lagartinha muito comilona" de Eric Carle. 




Clicar aqui para download.


sábado, 2 de junho de 2012

Lagartinha & Matemática

O livro " A Lagartinha muito comilona" foi o ponto de partida para a atividade de matemática - contagem dos frutos , organização de dados e elaboração de um gráfico de barras.




QUANTOS FRUTOS (e OUTROS ALIMENTOS) A LAGARTA 
COMEU EM CADA DIA DA SEMANA?

Contar e modelar os frutos em plasticina

Organização de dados e elaboração do gráfico

 Análise do gráfico e correspondências

 Contagem de elementos

 Usando a fruta para servir ao lanche


Este foi o resultado final do gráfico , depois de muitas explorações e aprendizagens. O resultado obtido não é de modo algum o mais importante, mas sim todo o processo e percurso percorrido pelas crianças .

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Alguns Direitos / Muitas Ingenuidades


ALGUNS DIREITOS/MUITAS INGENUIDADES

" Todas as crianças com mais de cinco anos têm direito a desabafar.                              
Todas as crianças que andam na Escola têm direito a serem alegres, terem amigos e a brincarem com os outros. Têm o direito a ter uma Professora que não grite com elas.
Todas as crianças têm direito a ver o mar verdadeiro, especialmente em dia de maré vazia.
Todas as crianças têm direito a, pelo menos uma vez na vida, escolher um chocolate que lhes apeteça.
Todas as crianças têm direito a terem orgulho na sua existência.
Todas as crianças têm direito a pensar e a sentir como lhes manda o coração, até serem velhas, aí com uns vinte anos.
Todas as crianças têm direito a terem em casa o Pai e a Mãe, os irmãos (se houver) e comida. Se o Pai e Mãe não conseguirem viver juntos têm direito a que cada um deles respeite o outro.
Todas as crianças têm direito a deitarem-se no chão para ver as nuvens passar, imaginando formas de todos os bichos do Mundo combinadas com as coisas que quiserem (por exemplo, um cão a andar de patins ou uma girafa de orelhas compridas).
Todas as crianças têm direito a começarem uma colecção não interessa de quê.
Todas as crianças têm direito a chupar o dedo indicador que espetaram num bolo acabado de fazer ou então a lamber a colher com que raparam a taça em que ele foi feito.
Todas as crianças têm direito a tentarem manter-se acordadas até tarde numa noite de Verão, na esperança de verem uma estrela cadente e pedirem três desejos (a justiça devia fazer acontecer sempre pelo menos um).
Todas as crianças têm direito a escrever ou a falar uma linguagem inventada por elas (ou que julgam inventada por elas), como por exemplo «a linguagem dos pés».
Todas as crianças têm direito a imaginar o que vão querer fazer quando forem grandes (habitualmente coisas extravagantes) e a perguntar aos adultos «o que queres ser quando fores pequenino?»
Todas as crianças têm direito a dormir numa cama sua, sentindo o cheiro de roupa lavada, e a terem um espaço próprio na casa, pelo menos a partir do ano de idade.
Todas as crianças meninos têm o direito a, pelo menos uma vez na vida, perguntar a uma menina «queres ser minha namorada?» e as crianças meninas têm direito a, pelo menos uma vez na vida, responder «sim, quero».
Todas as crianças têm direito a ouvir um adulto contar pelo menos uma destas histórias: Peter Pan, O Principezinho ou O Príncipe Feliz.
Todas as crianças têm direito a ter alegria suficiente para imaginar coisas boas antes de dormirem e depois, a sonharem com elas.
Todas as crianças têm direito a ter um boneco de peluche preferido, especialmente quando velho, já lavado e mesmo com um olho a menos.
Todas as crianças têm direito a poder tomar banho sozinhas e a experimentar mergulhar na banheira contando o tempo que aguentam sem respirar.
Todas as crianças têm direito a jogar aos polícias e ladrões, preferindo inevitavelmente serem ladrões.
Todas as crianças têm direito a ter um colo onde se possam sentar, enroscar como numa concha e receber mimos.
Todas as crianças têm direito a nascer iguais em direitos.
Todas as crianças têm direito a conhecer o sítio onde nasceram e a visitá-lo livremente.
Todas as crianças têm direito a não ficar sozinhas a chorar.
Todas as crianças têm direito a acreditar que têm um adulto que olha por elas e as ama sem condição prévia (nem que seja Nosso Senhor).
Todas as crianças têm a direito a viver felizes e a ter paz nos seus pensamentos e sentimentos."


 Texto de Pedro Strecht,  do seu livro "Crescer Vazio: Repercussões Psíquicas do Abandono, Negligência e Maus Tratos em Crianças e Adolescentes", publicado em 1998 pela Assírio e Alvim.

Consultar também a Convenção sobre os Direitos da Criança - Unicef, aqui.


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